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Informação de qualidade x custos não programados!

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Eu me lembro como se fosse ontem das vezes que precisei tomar decisões e não estava munido de boas ou completas informações para seguir o caminho mais eficiente. O avanço da tecnologia tem ajudado muito na captura de dados, interfaces gráficas, ferramentas de decisão, automatizações, principalmente apresentações com gifs animados, mas que podem transmitir uma falsa tendência ou cenário.

Não venho aqui falar sobre  “má fé” ou simulação de resultados e sim, de analises superficiais de um determinado ponto, onde maiores e melhores oportunidades poderiam ser capturadas, através de uma visão diferentemente apresentada,  um número, um valor exato, uma posição de entrega, uma visão de estoque, um foco no que é mais relevante, através de um Pareto. Enfim, eu me refiro a qualidade da informação para que uma eficiente decisão seja tomada. 

Muito embora esse assunto para maioria dos gestores seja superficial e possa fazer parte da rotina, esse é o tópico em que eu gasto a maior parte do tempo interagindo, treinando, aprendendo e implantando nas operações por onde passo. Pode parecer estranho ou talvez você esteja aqui lendo essa matéria e lembrando de quantas análises, mesmo com toda a tecnologia disponível, teve que refazer ou ensinar um membro de sua equipe, visando “segurança” na informação, foco no que é importante ou fonte correta de captura de dados. O fato é que sempre falta algum detalhe, com isso as vezes até mudam os rumos da decisão.

De fato a tecnologia ajuda muito.

Como peça chave do meu ponto aqui discutido e acho que o balizador e termômetro das operações onde passei, os indicadores (KPI) montados com base em tudo que comentei de forma estruturada garantem o resultado do dia a dia e neles podem estar contidos metas de produtividade, projetos ou ações planejadas versus realizadas e assim por diante. Sempre gosto de citar exemplos reais de minhas vivências profissionais e nesse caso, no ramo de produtos cirúrgicos hospitalares

Certa época surgiu uma cirurgia de urgência, aquelas agendadas de última hora numa sexta-feira fim de expediente. Meu veículo de entrega já estava na rua/ trânsito com o produto, o celular do motorista estava sem sinal de telefonia, o carro não possuía rastreamento pelo gerenciamento de risco. Os médicos me ligando para saber o status da entrega e a decisão na época foi: adicionar custo!

Eu explico, colocamos nesse caso pela urgência e delicadeza do assunto, um segundo carro para realizar a entrega do mesmo pedido, que no final foi infrutífera pois o primeiro carro chegou atrasado, mas antes da redundância montada. Embora o cliente no caso acima ter sido assistido, lembrando que não houve uma falha e sim uma urgência médica, apresentamos uma solução rápida e pronto atendimento, tivemos e-mails de elogios e agradecimentos, porém o custo da operação foi impactado (dobrado) pela falta da informação do tempo de chegada do 1º veículo.

Esse exemplo tem uma série de particularidades, eu reconheço, e a decisão não poderia ser diferente, até que então nesses casos e pela recorrência, decidimos investir em informação (KPI) com tecnologia embarcada, principalmente nos rastreamentos de entregas e geolocalização dos nossos veículos próprios e terceiros.

Não preciso dizer que cada operação tem seu paciente, sua urgência, seu entregador, e margens que se não controladas deixam de ser capturadas em sua totalidade e o pior de tudo as vezes, encaradas como “normal”. Vamos continuar questionando sempre e a cada nova experiência um novo aprendizado.

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